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Faturamento Médico e Odontológico
- ANTARES FATURAMENTO MÉDICO E ODONTOLÓGICO
- A Antares atua no mercado com o compromisso de oferecer soluções eficientes em faturamento e gestão de contas médicas para profissionais e instituições de saúde. Nossa missão é otimizar os processos de cobrança junto aos convênios, garantindo agilidade, segurança e precisão em todas as etapas, desde o recebimento das guias até o faturamento final. Com experiência e conhecimento no setor da saúde, trabalhamos para maximizar os resultados financeiros dos nossos clientes, contribuindo para uma gestão mais eficiente e uma saúde financeira sólida. Contamos com uma equipe especializada, dedicada a oferecer um atendimento de excelência e soluções que agregam valor ao seu negócio. Prestamos serviços de faturamento, com sólidos conhecimentos no setor de saúde, desde o recebimento de guias médicas até o faturamento aos convênios. Nosso foco é gerar os melhores resultados para o seu negócio.Proporcionando uma vida financeira saudável da sua empresa. Para isso, contamos com a expertise da nossa equipe.
quarta-feira, 14 de outubro de 2020
quarta-feira, 16 de setembro de 2020
Como identificar a cirurgia de maior porte ?
“Qual a cirurgia de maior porte cirúrgico: vitrectomia via pars plana ou implante de lente intraocular?.“
Os portes são parametrizados pela CBHPM sendo divididos pela complexidade do procedimento e seu tempo contando com 42 portes de 1A até 14C.
Conforme CBHPM o procedimento 30307120 – Vitrectomia vias pars plana possui Porte 9C e o procedimento 30306086 – Implante refrativo de lente intraocular fácica possui Porte 9A.
Portanto o procedimento 30307120 – Vitrectomia vias pars plana possui maior porte comparado com o outro procedimento.
quarta-feira, 19 de agosto de 2020
Alguns motivos para glosas
As glosas são geradas por uma série de motivos que variam desde a falta de documentação adequada, valores divergentes de cobrança, bem como o faturamento de itens ou quantidades que fogem às boas práticas médico-hospitalares.
As glosas podem ser de 3 tipos: glosa administrativa, glosa técnica ou glosa linear.
Glosa Administrativa
As glosas administrativas são as mais comuns e tem a caraterísticas de serem geradas por falhas no processo administrativo, como por exemplo:
- Ausência ou preenchimento incorreto das guias de autorização;
- Valores do ítens fora da faixa acordada nos contratos;
- Códigos de procedimentos incorretos;
- Datas dos atendimentos fora dos prazos de atendimento;
etc.
Glosa Técnica
Já as glosas técnicas ocorrem em função de algum procedimento médico inadequado ou que não sigam as boas práticas médico-hospitalares, como por exemplo:
- Falta de checagem medicamentos;
- Falta descrição dos procedimentos cirúrgicos;
- Falta evolução da equipe de assistência;
- Procedimentos realizados sem a descrição no prontuário do paciente;
- Descrição incompleta da assistência de enfermagem prestada no prontuário do paciente;
- Falta de prescrição de procedimentos ou medicamentos;
etc.
Glosa Linear
Ainda existem as glosas lineares que são aquelas que geradas pelos convênios de maneira ampla e irrestrita, sem qualquer justificativa aos prestadores, mesmo que esses tenham atendida a todas as exigências contratuais e as boas práticas médicas. Muitas vezes tais glosas não são apresentadas para os prestadores. Essa conduta pode ser caracterizada como prática irregular e o convênio pode sofrer ações de medidas regulatórias por parte da ANS.
As glosas ocorrem devido pesados investimentos realizados pelos convênios médicos em tecnologia e na capacitação de auditores de modo que eles tenham a capacidade de analisar as contas médicas e detectar qualquer anomalia na conta recebida. Uma vez encontrada qualquer mínima inconsistência, o convênio glosa o item e devolve a fatura ao prestador para ser justificada.
Apesar do jogo de forças ser desigual, visto que os convênios dispõe de grandes recursos, é justo que a conta seja analisada por eles. Entretanto o que muitas vezes ocorre é que os convênios utilizam o recurso da glosa linear para manter o seu fluxo de caixa (do convênio) estável, independente se a glosa é ou não procedente.
Com esse tipo de ação os prestadores de serviços acabam ficando na dúvida se a glosa é ou não procedente e o tempo e esforço para analisar e justificar o caso muitas vezes inviabiliza o seu recebimento, ou seja: é mais caro justificar a cobrança do que receber o valor propriamente dito.
A maneira mais eficiente de dar as garantias aos prestadores de que as contas estão enviadas de acordo com os requisitos necessários é ter um setor de faturamento especializado e munido de tecnologia para auxiliar na auditoria de suas contas e minimizar os impactos dos atrasos de recebimento. Com esses esforços é possível mensurar os erros causados pela equipe interna e assim atuar na melhoria do processo, ajuste nos sistemas ou mesmo capacitações e treinamento da equipe.
É importante fazer o acompanhamento sistemático e constante das glosas, pois um número baixo de glosa não significa que o faturamento está sendo realizado com qualidade e eficácia. As guias podem simplesmente estarem incompletas, uma vez que os itens não tenham sido devidamente registrados no sistema de gestão.
A utilização de ferramentas para o controle é fundamental para garantir que o processo de cobrança está correto e assim a glosa linear pode ser identificada com mais rapidez e as devidas ações tomadas junto a ANS.
Fonte: Dr. Marvin
Cobrança de via de acesso
Realizando dois procedimentos no paciente, qual via de acesso correta?
Unica, diferente ou mesma via?
Vias de acesso são os caminhos que permitem ao cirurgião atingir a região ou órgão para realização de uma cirurgia. Este procedimento é feito por cavidade anatômica ou por incisão e sempre esta relacionado a uma guia de serviços ou internação.
Os atos médicos-cirúrgicos são valorizados baseados na quantidade de vias de acesso utilizadas. As vias de acesso são informadas nos atendimentos: ambulatorial, internação e pronto atendimento.
Tipos das vias de acesso
As vias de acesso podem ser classificadas em:
- U – Única;
- M – Mesma Via;
- D – Diferentes Vias.
Quando houver a indicação de atuar em vários órgãos ou regiões ou em múltiplas estruturas articulares a partir da mesma via de acesso, a quantificação do porte da cirurgia será a que corresponder, por aquela via, ao procedimento de maior porte, acrescido de 50% do previsto para cada um dos demais atos médicos praticados, desde que não haja um código específico para o conjunto.
Vias de acesso diferentes
Quando ocorrer mais de uma intervenção por diferentes vias de acesso, deve ser adicionado ao porte da cirurgia considerada principal o equivalente a 70% do porte de cada um dos demais atos praticados.
segunda-feira, 29 de junho de 2020
Operadoras são obrigadas a cobrir o teste para covid-19
- Gripe com quadro respiratório agudo (febre, coriza, dor de garganta);
- Síndrome respiratória aguda grave (dificuldade de respirar, pressão no tórax, saturação de oxigênio menor que 95%, coloração azulada nos lábios e rosto, etc)
quinta-feira, 30 de abril de 2020
Nova versão da TISS 3.05.00
Como medidas emergenciais adotadas em decorrência da pandemia do novo coronavírus, a ANS publicou no dia 03/04/2020 a versão 3.05.00 da TISS.
Versão da TISS: 03.05.00 e 1.01.00 no componente de comunicação
Data divulgação: 03/04//2020
Início de Vigência: 03/04/2020 – Limite de Vigência: 04/04/2020
Baixe os arquivos do padrão da nova TISS
1. Comunicamos a publicação da nova versão do Padrão TISS para atender à necessidade de viabilizar e monitorar a realização de atendimentos à distância no setor de saúde suplementar, diante das medidas emergenciais adotadas em decorrência da pandemia do Coronavírus no país, com atualizações nos seguintes componentes do Padrão:
Terminologia de Tipo de Atendimento (tabela 50) do Componente de Representação de Conceitos em Saúde (TUSS);
Componente de Comunicação;
Terminologia de Versão do Componente de Comunicação (tabela 69) da TUSS;
Terminologia de Procedimentos e Eventos de Saúde (tabela 22) da TUSS; e
Componente Organizacional.
Dessa forma, as alterações do Padrão TISS em relação à versão anterior são:
i) Na Terminologia de Tipo de Atendimento (tabela 50) da TUSS, a inclusão do termo “TELESSAÚDE“;
ii) No Componente de Comunicação: a adição ao domínio da tag “dm_tipoAtendimento” no tissSimpleTypes e no tissSimpleTypesMonitoramento V1_01_00 o código ‘22’, referente ao termo “TELESSAÚDE” da tabela 50 da TUSS;
iii) Na Terminologia de Versão do Componente de Comunicação (tabela 69) da TUSS, a inclusão de um termo referente à versão 03.05.00 (troca de dados entre operadoras e prestadores);
iv) Na Terminologia de Procedimentos e Eventos de Saúde(tabela 22)da TUSS, a alteração da descrição do procedimento “40314618 – Coronavírus Covid-19, pesquisa por método molecular” para “40314618 – SARS-CoV-2 (CORONAVÍRUS COVID-19) – PESQUISA POR RT – PCR.”
2. A versão do Padrão TISS foi disponibilizada no site da ANS com os arquivos abaixo descritos:
Padrão TISS_Componente de Conteúdo e Estrutura_201902.zip
Padrão TISS_Componente de Segurança e Privacidade_201712.pdf
Padrão TISS_Componente Organizacional_202004.pdf
Padrão TISS_Comunicação 030500.zip e 010100.zip
Padrão TISS_Representação de Conceitos em Saúde_202004.zip Disponibilizados também os arquivos auxiliares:
Padrão TISS – Histórico da TUSS_202004.zip
Padrão TISS – Arquivos Auxiliares.zip
Padrão TISS – Histórico das versões – Componente Organizacional.pdf
3. Ficam mantidas as versões dos Componentes de Conteúdo e Estrutura (201902) e de Segurança e Privacidade (201712).
4. Considerando a excepcionalidade da situação, as alterações acima apresentam início de vigência e fim de implantação imediatos, não observando o previsto no parágrafo único do Art. 27 da Resolução Normativa no 305, de 09 de outubro de 2012.
Todas as alterações estão descritas no Componente Organizacional, disponibilizado no endereço eletrônico www.ans.gov.br, conforme previsto no artigo 3o da Instrução Normativa DIDES IN No 51/2012.
quinta-feira, 9 de abril de 2020
Para liberar 15 bilhões, ANS exige contrapartida das operadoras
- Renegociação de contratos: a operadora deverá oferecer a renegociação dos contratos, comprometendo-se a preservar a assistência aos beneficiários dos contratos individuais e familiares, coletivos por adesão e coletivos com menos de 30 (trinta) beneficiários, no período compreendido entre a data da assinatura do termo de compromisso com a ANS e o dia 30 de junho de 2020.
- Pagamento regular aos prestadores: a operadora deverá se comprometer a pagar regularmente, na forma prevista nos contratos com sua rede prestadora de serviços de saúde, os valores devidos pela realização de procedimentos e/ou serviços que tenham sido realizados entre 4 de março de 2020 e 30 de junho de 2020. A medida deve atingir todos os prestadores de serviços de saúde integrantes de sua rede assistencial, independentemente de sua qualificação como contratados, referenciados ou credenciados.
sexta-feira, 3 de abril de 2020
Nova versão da TISS 3.05.00
Data divulgação: 03/04//2020
Início de Vigência: 03/04/2020 – Limite de Vigência: 04/04/2020
- Terminologia de Tipo de Atendimento (tabela 50) do Componente de Representação de Conceitos em Saúde (TUSS);
- Componente de Comunicação;
- Terminologia de Versão do Componente de Comunicação (tabela 69) da TUSS;
- Terminologia de Procedimentos e Eventos de Saúde (tabela 22) da TUSS; e
- Componente Organizacional.
Padrão TISS_Componente de Segurança e Privacidade_201712.pdf
Padrão TISS_Componente Organizacional_202004.pdf
Padrão TISS_Comunicação 030500.zip e 010100.zip
Padrão TISS – Arquivos Auxiliares.zip
Padrão TISS – Histórico das versões – Componente Organizacional.pdf
quarta-feira, 1 de abril de 2020
ANS divulga atualização do Padrão TISS para coronavírus
- 40314340 - Coronavírus, por PCR;
- 40323862 - Vírus respiratório, pesquisa rápida;
- 40312364 - Vírus respiratório, triagem aspirado nasofaringe;
- 40312372 - Vírus respiratório, triagem lavado nasofaringe;
- 40312380 - Vírus respiratório, triagem secreção orofaringe;
- 40312399 - Vírus respiratório, triagem secreção traqueal;
- 40312402 - Vírus respiratório, triagem swab nasal.







