Vladimir Platonow
Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro - O governo decidiu suspender a venda de 268 planos de saúde
comercializados por 37 operadoras. A medida foi anunciada hoje (10) pelo
ministro da Saúde, Alexandre Padilha. O motivo foi o desrespeito aos prazos
máximos de atendimento aos usuários, conforme a Resolução Normativa 259 da
Agência Nacional de Saúde (ANS).
Padilha ressaltou que os usuários desses planos não serão prejudicados. As
empresas terão três meses para se adequarem aos prazos que variam conforme a
especialidade médica. Para as consultas básicas, o cliente deve esperar no
máximo por sete dias úteis para conseguir o atendimento. Para outras
especialidades o prazo é 14 dias e para procedimentos de alta complexidade, 21
dias.
O ministro esclareceu que os planos que tiveram a venda suspensa correspondem
a apenas 7% do total de usuários. No país, existem 1.016 operadoras, que
comercializam cerca de 22 mil planos. Atualmente, 47,6 milhões de brasileiros
estão vinculados a um plano médico, o equivalente a quase um quarto da
população.
O diretor-presidente da ANS, Mauricio Ceschin, explicou que a lista das
operadoras punidas foi definida a partir do número de reclamações
dos usuários. Segundo ele, as empresas que desrespeitarem a proibição poderão
ser multadas.
A lista das operadoras punidas é a seguinte:
Admédico Administração de Serviços Médicos a Empresas Ltda,
Administradora
Brasileira de Assistência Médica Ltda,
ASL – Assistência à
Saúde,
Assistência Médico Hospitalar São Lucas S/A,
Beneplan Plano de
Saúde Ltda,
Casa de Saúde São Bernardo S/A,
Centro Clínico Gaúcho
Ltda,
Centro Transmontano de São Paulo,
Excelsior Med S/A,
Fundação
Santa Casa de Misericórdia de Belo Horizonte,
Fundação Waldemar Barnsley
Pessoa,
Green Line Sistema de Saúde S/A,
Grupo Hospitalar do Rio de
Janeiro Ltda (Assim),
HBC Saúde S/C Ltda,
Memorial Saúde Ltda,
Nossa
Saúde – Operadora de Planos Privados de Assistência à Saúde Ltda,
Operadora
Ideal Saúde Ltda,
Porto Alegre Clínicas S/S Ltda,
Prevent Sênior Private
Operadora de Saúde Ltda.
Real Saúde Ltda EPP,
Recife Meridional
Assistência Médica Ltda,
Samp Espírito Santo Assistência Ltda,
São
Francisco Assistência Médica Ltda,
São Francisco Sistema de Saúde Sociedade
Empresária Ltda,
Saúde Medicol S/A,
Seisa Serviços Integrados de Saúde
Ltda,
SMS – Assistência Médica Ltda,
Social – Sociedade Assistencial e
Cultural,
Sosaúde Assistência Médico Hospitalar Ltda,
Unimed Brasília
Cooperativa de Trabalho Médico,
Unimed Federação Interfederativa das
Cooperativas Médicas do Centro-Oeste e Tocantins,
Unimed Guararapes
Cooperativa de Trabalho Médico Ltda,
Unimed Maceió Cooperativa de Trabalho
Médico,
Unimed Paulistana Sociedade Cooperativa de Trabalho
Médico,
Universal Saúde Assistência Médica S/A,
Vida Saudável S/C
Ltda,
Viva Planos de Saúde Ltda.
Edição: Carolina Pimentel
Tels: (21) 3589-0027 / 2761-4260 / 96410-1326 gerencia@antaresfaturamento.com.br
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sábado, 22 de setembro de 2012
sexta-feira, 17 de agosto de 2012
Paranoia digital: como gerir a segurança da informação na saúde?
Executivos do setor discutem como melhorar a gestão da TI diante do cenário digital considerado apreensivo por hospitais e operadoras
A confidencialidade dos dados e da informação é um tema antigo e extremamente crítico para hospitais e operadoras de saúde por uma simples questão: quanto mais digital as pessoas se tornam, mais facilitam que a informação circule.
Em clima de compartilhar experiências, executivos do setor reuniram-se na IT Mídia na manhã desta quinta-feira (16/08) para debater a gestão eficaz da segurança da informação do paciente. A única certeza? Que o digital é preocupante.
Mas como pode um sistema eletrônico ser mais intrigante para a TI do que os milhares de papeis físicos empilhados nos corredores dos hospitais, por exemplo?
Essa “paranoia digital” na verdade não é reconhecida como tal pelo setor. “Não acho que seja paranoia, é questão de entendimento dos riscos associados, dos deveres, do que pode ou não fazer. E essa questão de maiores riscos está internamente, é extremamente crítico”, considera Arlen Feitosa, gerente de segurança da informação e compliance do Hospital Albert Einstein.
É muito mais do que adotar novas tecnologias, envolve conscientização dos colaboradores. O digital, segundo a advogada especializada em Direito Digital Patricia Peck gera mais rastreabilidade e contribui para o crescimento da prova jurídica em determinados casos.
“Tem riscos que eu não tenho como evitar como, por exemplo, a má conduta de um indivíduo, mas tenho como provar que não houve negligência nem conivência, o risco não é meu, não é do meu negócio. Por isso tem que conscientizar e delimitar. Wi-fi é um exemplo de algo que não é do nosso negócio, é apenas para ser benefício para o cliente, então terceiriza. Não precisa estar no seu IP”, aconselha.
Digital Vs Fraude
A fraude corporativa é um câncer que existe em praticamente todas as organizações. O percentual de organizações e a maneira como cada empresa é afetada variam de pesquisa para pesquisa. A Kroll Advisory, em recente trabalho, indica que 74% das companhias latinas americanas são afetadas por fraudes corporativas.
Um estudo internacional do Reino Unido mostra que quanto mais uso de papel e interferência humana no processo sempre mais risco de fraude. Patricia destaca: “Isso não quer dizer risco de vazamento”. De acordo com a especialista, o digital quando vaza gera um nível de potencialização de risco bem maior.
Para ser efetiva no combate a fraude é mandatório que a organização considere o processo de segurança da informação e que a tecnologia seja auditável.
“Precisamos que as políticas de SI sejam organismos vivos. O Metrus é um exemplo de instituição que antes de ser operadora é um fundo de pensão e por isso temos dois agentes reguladores e somos auditados, em média, sete meses ao ano”, diz Efrain Saavedra, coordenador de TI do Metrus. “A tecnologia é falível, para isso processos de auditoria e de conformidade caminham juntos e possibilitam que a segurança da informação seja das pessoas para que elas possam ser nossos auditores no dia a dia. Isso garante não muito mais que integridade.”
De fato os participantes do debate concordam de forma unânime que a paranoia digital não existe. O que está havendo é a descoberta do potencial de dano e a busca por soluções. O momento é de amadurecimento e compreensão do cenário para Klaiton Simão, gerente de TI do Hospital Samaritano de São Paulo.
Para Simão, o que deve acontecer daqui pra frente é uma adequação dos papeis em relação aos cidadãos, sociedade como um todo e ao governo, cada um entendendo melhor qual seu papel e suas responsabilidades.
“Minha percepção como cidadão é que há uma leniência por parte do judiciário em relação a crimes virtuais. Falta uma legislação firme que represente efetivamente uma preocupação por infrator. Hoje o violador esta se sentindo tranquilo e seguro para praticar seja lá o que for, porque na pior das hipóteses ele vai ter que morrer com algumas cestas básicas”, conclui.
Cenário
A verdade é que alguns anos atrás quando se falava de prontuário eletrônico havia receio se aquele dado uma vez informado podia ser alterado. Sempre havia esse temor, de acordo com Claudio Giuliano, da Sociedade Brasileira de Informática em Saúde (SBIS).
“Naquele momento, essa era uma paranoia com certo sentido, que poderia acontecer. Uma norma que o CFM criou é evitar que isso pudesse acontecer que hj é requisito de segurança obrigatório. Por outro lado ainda há uma grandíssima quantidade de prontuário médico em vários lugares. Em consultórios é ainda pior o cenário. Eles não usam banco de dados ou usam um muito simples. Isso gerou certa paranoia justificada sobre esse assunto, com advento da Internet e popularização da mídia social”, conta Giulliano. “A paranoia é sim um fato real. Existe o poder danoso de uma informação ser popularizada”, considera.
Milton Alves, diretor de TI e facilities do Hospital Infantil Sabará, também presente no debate, conclui: “A responsabilidade nossa é muito maior, pois estamos herdando a responsabilidade que os hospitais durante séculos deveriam ter resolvidos para não chegarmos nesse momento paranoico.”
Fonte: http://saudeweb.com.br/
A confidencialidade dos dados e da informação é um tema antigo e extremamente crítico para hospitais e operadoras de saúde por uma simples questão: quanto mais digital as pessoas se tornam, mais facilitam que a informação circule.
Em clima de compartilhar experiências, executivos do setor reuniram-se na IT Mídia na manhã desta quinta-feira (16/08) para debater a gestão eficaz da segurança da informação do paciente. A única certeza? Que o digital é preocupante.
Mas como pode um sistema eletrônico ser mais intrigante para a TI do que os milhares de papeis físicos empilhados nos corredores dos hospitais, por exemplo?
Essa “paranoia digital” na verdade não é reconhecida como tal pelo setor. “Não acho que seja paranoia, é questão de entendimento dos riscos associados, dos deveres, do que pode ou não fazer. E essa questão de maiores riscos está internamente, é extremamente crítico”, considera Arlen Feitosa, gerente de segurança da informação e compliance do Hospital Albert Einstein.
É muito mais do que adotar novas tecnologias, envolve conscientização dos colaboradores. O digital, segundo a advogada especializada em Direito Digital Patricia Peck gera mais rastreabilidade e contribui para o crescimento da prova jurídica em determinados casos.
“Tem riscos que eu não tenho como evitar como, por exemplo, a má conduta de um indivíduo, mas tenho como provar que não houve negligência nem conivência, o risco não é meu, não é do meu negócio. Por isso tem que conscientizar e delimitar. Wi-fi é um exemplo de algo que não é do nosso negócio, é apenas para ser benefício para o cliente, então terceiriza. Não precisa estar no seu IP”, aconselha.
Digital Vs Fraude
A fraude corporativa é um câncer que existe em praticamente todas as organizações. O percentual de organizações e a maneira como cada empresa é afetada variam de pesquisa para pesquisa. A Kroll Advisory, em recente trabalho, indica que 74% das companhias latinas americanas são afetadas por fraudes corporativas.
Um estudo internacional do Reino Unido mostra que quanto mais uso de papel e interferência humana no processo sempre mais risco de fraude. Patricia destaca: “Isso não quer dizer risco de vazamento”. De acordo com a especialista, o digital quando vaza gera um nível de potencialização de risco bem maior.
Para ser efetiva no combate a fraude é mandatório que a organização considere o processo de segurança da informação e que a tecnologia seja auditável.
“Precisamos que as políticas de SI sejam organismos vivos. O Metrus é um exemplo de instituição que antes de ser operadora é um fundo de pensão e por isso temos dois agentes reguladores e somos auditados, em média, sete meses ao ano”, diz Efrain Saavedra, coordenador de TI do Metrus. “A tecnologia é falível, para isso processos de auditoria e de conformidade caminham juntos e possibilitam que a segurança da informação seja das pessoas para que elas possam ser nossos auditores no dia a dia. Isso garante não muito mais que integridade.”
De fato os participantes do debate concordam de forma unânime que a paranoia digital não existe. O que está havendo é a descoberta do potencial de dano e a busca por soluções. O momento é de amadurecimento e compreensão do cenário para Klaiton Simão, gerente de TI do Hospital Samaritano de São Paulo.
Para Simão, o que deve acontecer daqui pra frente é uma adequação dos papeis em relação aos cidadãos, sociedade como um todo e ao governo, cada um entendendo melhor qual seu papel e suas responsabilidades.
“Minha percepção como cidadão é que há uma leniência por parte do judiciário em relação a crimes virtuais. Falta uma legislação firme que represente efetivamente uma preocupação por infrator. Hoje o violador esta se sentindo tranquilo e seguro para praticar seja lá o que for, porque na pior das hipóteses ele vai ter que morrer com algumas cestas básicas”, conclui.
Cenário
A verdade é que alguns anos atrás quando se falava de prontuário eletrônico havia receio se aquele dado uma vez informado podia ser alterado. Sempre havia esse temor, de acordo com Claudio Giuliano, da Sociedade Brasileira de Informática em Saúde (SBIS).
“Naquele momento, essa era uma paranoia com certo sentido, que poderia acontecer. Uma norma que o CFM criou é evitar que isso pudesse acontecer que hj é requisito de segurança obrigatório. Por outro lado ainda há uma grandíssima quantidade de prontuário médico em vários lugares. Em consultórios é ainda pior o cenário. Eles não usam banco de dados ou usam um muito simples. Isso gerou certa paranoia justificada sobre esse assunto, com advento da Internet e popularização da mídia social”, conta Giulliano. “A paranoia é sim um fato real. Existe o poder danoso de uma informação ser popularizada”, considera.
Milton Alves, diretor de TI e facilities do Hospital Infantil Sabará, também presente no debate, conclui: “A responsabilidade nossa é muito maior, pois estamos herdando a responsabilidade que os hospitais durante séculos deveriam ter resolvidos para não chegarmos nesse momento paranoico.”
Fonte: http://saudeweb.com.br/
quarta-feira, 25 de julho de 2012
Operadoras têm planos de saúde suspensos
A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) suspendeu a comercialização de 268 planos de saúde de 37 operadoras. Estas encaixaram-se nos critérios estabelecidos pela ANS para a suspensão dos produtos já que foram reincidentes no não cumprimento da Resolução Normativa nº 259, que determina prazos máximos de atendimento para consultas, exames e cirurgias.
As operadoras foram notificadas e os produtos ficam proibidos de ser comercializados a partir de 13/07/2012 até a próxima avaliação trimestral, que será divulgada em setembro.
Os beneficiários que possuem planos cuja comercialização está sendo suspensa, não terão seu atendimento prejudicado. Ao contrário, para que o plano possa voltar a ser comercializado, é necessária a adequação, por parte da operadora de saúde, do acesso dos beneficiários à rede contratada, o que favorece aqueles que já estão no plano.
O consumidor que pretende contratar um plano de saúde poderá verificar se o registro deste produto corresponde a um plano com comercialização suspensa pela ANS. Esta informação pode ser acessada no sítio eletrônico da ANS, em: www.ans.gov.br, Planos de Saúde e Operadoras, Contratação e troca de plano.
Multas e medidas administrativas por descumprimento à norma
As operadoras de planos de saúde que não cumprem os prazos definidos pela ANS estão sujeitas a multas de R$ 80.000,00 ou de R$ 100.000,00 para situações de urgência e emergência. Em casos de descumprimento reiterado, as operadoras podem sofrer medidas administrativas, como a suspensão da comercialização de parte ou da totalidade dos seus planos de saúde e a decretação do regime especial de direção técnica, inclusive com a possibilidade de afastamento dos seus dirigentes.
Após tentar agendar o atendimento com os profissionais ou estabelecimentos de saúde credenciados pelo plano e não conseguir dentro do prazo máximo previsto, o beneficiário deve entrar em contato com a operadora do plano para obter uma alternativa para o atendimento solicitado. Neste contato, o consumidor não deve esquecer de anotar o número de protocolo, que servirá como comprovante da solicitação feita.
Se a operadora não oferecer solução para o caso, o beneficiário deverá, tendo em mãos o número do protocolo, fazer a denúncia à ANS por meio de um dos canais de atendimento: Disque ANS (0800 701 9656), Central de Relacionamento no sítio eletrônico da Agência (www.ans.gov.br) ou ainda, presencialmente, em um dos 12 Núcleos da ANS nas principais capitais brasileiras.
Veja aqui a relação dos planos de saúde cuja comercialização foi proibida pela ANS para novos beneficiários
Perguntas e respostas
1) Como a ANS poderá garantir que os produtos suspensos não serão comercializados?
A Agência Nacional de Saúde Suplementar, além de tomar conhecimento destas comercializações através das denúncias da sociedade, fará o acompanhamento através dos seus sistemas de informações. Caso se constate a comercialização de plano suspenso, além da multa de R$ 250.000,00 (duzentos e cinquenta mil reais), a ANS poderá tomar as demais medidas administrativas previstas na regulamentação como a instauração de direção técnica ou o afastamento dos dirigentes da operadora .
2) A operadora que tiver planos suspensos para comercialização poderá registrar novos produtos na ANS?
Sim. A operadora poderá registrar novos produtos na ANS e estes serão devidamente acompanhados no que se refere à garantia do cumprimento dos prazos de atendimento.
3) O que acontecerá com a operadora se além destes planos outros vierem a ser suspensos para comercialização pelo mesmo motivo?
Todos os planos da operadora estão sendo acompanhados periódica e continuamente em relação à garantia de atendimento aos prazos máximos estabelecidos pela ANS. Espera-se que a necessidade de cumprimento destes prazos estimule a construção de redes credenciadas adequadas à operação dos planos privados de assistência à saúde. Caso as operadoras não apresentem melhora no seu resultado, além da suspensão de outros produtos poderá sofrer a medida administrativa de direção técnica, inclusive com a possibilidade de afastamento dos seus dirigintes.
4) O plano suspenso poderá voltar a ser comercializado pela operadora?
Sim. No período de avaliação subsequente, caso a operadora apresente melhora no seu resultado quando comparado ao resultado do período anterior, o produto poderá voltar a ser comercializado.
5) Quais foram os critérios para suspensão para comercialização dos produtos?
Foi levado em consideração o número de reclamações relacionadas à garantia de atendimento e a média dos beneficiários da operadora no período de avaliação. As operadoras que obtiveram resultado acima do ponto de corte estabelecido a partir dos dados do setor receberam, em cada avaliação trimestral, uma pontuação de 0 a 4. Aquelas que apresentaram a soma de 6 a 8 pontos em dois períodos de avaliação subsequentes, sendo a pontuação do segundo período igual ou maior que a pontuação do período anterior, poderão ser impedidas de comercializar os produtos reclamados.

As operadoras foram notificadas e os produtos ficam proibidos de ser comercializados a partir de 13/07/2012 até a próxima avaliação trimestral, que será divulgada em setembro.
Os beneficiários que possuem planos cuja comercialização está sendo suspensa, não terão seu atendimento prejudicado. Ao contrário, para que o plano possa voltar a ser comercializado, é necessária a adequação, por parte da operadora de saúde, do acesso dos beneficiários à rede contratada, o que favorece aqueles que já estão no plano.
O consumidor que pretende contratar um plano de saúde poderá verificar se o registro deste produto corresponde a um plano com comercialização suspensa pela ANS. Esta informação pode ser acessada no sítio eletrônico da ANS, em: www.ans.gov.br, Planos de Saúde e Operadoras, Contratação e troca de plano.
Multas e medidas administrativas por descumprimento à norma
As operadoras de planos de saúde que não cumprem os prazos definidos pela ANS estão sujeitas a multas de R$ 80.000,00 ou de R$ 100.000,00 para situações de urgência e emergência. Em casos de descumprimento reiterado, as operadoras podem sofrer medidas administrativas, como a suspensão da comercialização de parte ou da totalidade dos seus planos de saúde e a decretação do regime especial de direção técnica, inclusive com a possibilidade de afastamento dos seus dirigentes.
Após tentar agendar o atendimento com os profissionais ou estabelecimentos de saúde credenciados pelo plano e não conseguir dentro do prazo máximo previsto, o beneficiário deve entrar em contato com a operadora do plano para obter uma alternativa para o atendimento solicitado. Neste contato, o consumidor não deve esquecer de anotar o número de protocolo, que servirá como comprovante da solicitação feita.
Se a operadora não oferecer solução para o caso, o beneficiário deverá, tendo em mãos o número do protocolo, fazer a denúncia à ANS por meio de um dos canais de atendimento: Disque ANS (0800 701 9656), Central de Relacionamento no sítio eletrônico da Agência (www.ans.gov.br) ou ainda, presencialmente, em um dos 12 Núcleos da ANS nas principais capitais brasileiras.
Veja aqui a relação dos planos de saúde cuja comercialização foi proibida pela ANS para novos beneficiários
Perguntas e respostas
1) Como a ANS poderá garantir que os produtos suspensos não serão comercializados?
A Agência Nacional de Saúde Suplementar, além de tomar conhecimento destas comercializações através das denúncias da sociedade, fará o acompanhamento através dos seus sistemas de informações. Caso se constate a comercialização de plano suspenso, além da multa de R$ 250.000,00 (duzentos e cinquenta mil reais), a ANS poderá tomar as demais medidas administrativas previstas na regulamentação como a instauração de direção técnica ou o afastamento dos dirigentes da operadora .
2) A operadora que tiver planos suspensos para comercialização poderá registrar novos produtos na ANS?
Sim. A operadora poderá registrar novos produtos na ANS e estes serão devidamente acompanhados no que se refere à garantia do cumprimento dos prazos de atendimento.
3) O que acontecerá com a operadora se além destes planos outros vierem a ser suspensos para comercialização pelo mesmo motivo?
Todos os planos da operadora estão sendo acompanhados periódica e continuamente em relação à garantia de atendimento aos prazos máximos estabelecidos pela ANS. Espera-se que a necessidade de cumprimento destes prazos estimule a construção de redes credenciadas adequadas à operação dos planos privados de assistência à saúde. Caso as operadoras não apresentem melhora no seu resultado, além da suspensão de outros produtos poderá sofrer a medida administrativa de direção técnica, inclusive com a possibilidade de afastamento dos seus dirigintes.
4) O plano suspenso poderá voltar a ser comercializado pela operadora?
Sim. No período de avaliação subsequente, caso a operadora apresente melhora no seu resultado quando comparado ao resultado do período anterior, o produto poderá voltar a ser comercializado.
5) Quais foram os critérios para suspensão para comercialização dos produtos?
Foi levado em consideração o número de reclamações relacionadas à garantia de atendimento e a média dos beneficiários da operadora no período de avaliação. As operadoras que obtiveram resultado acima do ponto de corte estabelecido a partir dos dados do setor receberam, em cada avaliação trimestral, uma pontuação de 0 a 4. Aquelas que apresentaram a soma de 6 a 8 pontos em dois períodos de avaliação subsequentes, sendo a pontuação do segundo período igual ou maior que a pontuação do período anterior, poderão ser impedidas de comercializar os produtos reclamados.
quarta-feira, 4 de julho de 2012
Planos de Saúde deverão divulgar mapa da rede conveniada na internet
Por determinação do Ministério da Saúde, as operadoras de planos de saúde com mais de 100 mil beneficiários de planos de saúde que deverão encontrar divulgar sua rede de assistência médica na internet. A partir de 23 de junho de 2012 suas redes de credenciados deverão estar abertas à consulta online. A determinação consta da Resolução Normativa nº 285, publicada em 26/12/2011, pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS).
Os usuários de internet mostram-se cada vez mais interessados na busca por informações sobre questões de saúde. Com o aumento da necessidade de um espaço onde profissionais da saúde possam interagir com o seus clientes-pacientes, o nosso site inaugurou-se com o propósito de facilitar o contato entre ambos.
Desde 2009 o portal HelpSaúde já vem fazendo isso: há 3 anos o site reúne profissionais de saúde de diversas operadoras, construindo um banco de dados completo, com endereço, telefone e até marcação de consulta. O tráfego de pacientes e número de prestadores cadastrados vem crescendo bastante. Já são mais de 2 milhões de usuários por mês que visitam o site. O nosso portal é hoje o maior buscador de profissionais da área de saúde do Brasil.
Nossa base é a mais completa, lá os estabelecimentos e prestadores de saúde podem disponibilizar em seu perfil o nome do estabelecimento\profissional, especialidade(s) ou serviço(s) contratado(s) , endereço, telefones para contato, e os planos credenciados. O objetivo é estreitar os laços entre os profissionais de saúde e seus pacientes/clientes, facilitando a vida dos que precisam do serviço e conseguindo maior clientela para os prestadores. Essa determinação do Ministério da Saúde nos mostra que, desde 2009, já estávamos trilhando o caminho certo para fazer isso acontecer.
Fonte: Editoria HelpSaúde.
Os usuários de internet mostram-se cada vez mais interessados na busca por informações sobre questões de saúde. Com o aumento da necessidade de um espaço onde profissionais da saúde possam interagir com o seus clientes-pacientes, o nosso site inaugurou-se com o propósito de facilitar o contato entre ambos.
Desde 2009 o portal HelpSaúde já vem fazendo isso: há 3 anos o site reúne profissionais de saúde de diversas operadoras, construindo um banco de dados completo, com endereço, telefone e até marcação de consulta. O tráfego de pacientes e número de prestadores cadastrados vem crescendo bastante. Já são mais de 2 milhões de usuários por mês que visitam o site. O nosso portal é hoje o maior buscador de profissionais da área de saúde do Brasil.
Nossa base é a mais completa, lá os estabelecimentos e prestadores de saúde podem disponibilizar em seu perfil o nome do estabelecimento\profissional, especialidade(s) ou serviço(s) contratado(s) , endereço, telefones para contato, e os planos credenciados. O objetivo é estreitar os laços entre os profissionais de saúde e seus pacientes/clientes, facilitando a vida dos que precisam do serviço e conseguindo maior clientela para os prestadores. Essa determinação do Ministério da Saúde nos mostra que, desde 2009, já estávamos trilhando o caminho certo para fazer isso acontecer.
Fonte: Editoria HelpSaúde.
Dia do Hospital - 02 de julho
No dia 02 de julho de 1945 foi inaugurada a Santa Casa de Misericórdia de Santos, em São Paulo, pelo Getúlio Vargas. Por essa razão, e por ser um dos maiores hospitais do Brasil, no ano de 1945, foi escolhida esta data como “O dia do Hospital” para homenagear os profissionais que trabalham na área da saúde, dentro dos hospitais, como por exemplo, médicos, enfermeiros, radiologistas, terapeutas, psicólogos e etc.
Como está determinado pela constituição do nosso país que a saúde é direito de todos e dever do Estado, há instalações de hospitais públicos, que oferecem serviços médicos gratuitos e obrigatórios.
Muitas vezes os hospitais se diferenciam entre si. Enquanto algumas unidades prestam serviços especializados, como pediatria, cardiologia, neurologia, maternidade, ortopedia, dentre outros, outras outras unidades prestam serviços de pronto-socorro para acidentados ou pessoas que estejam em crise, passando muito mal.
Como o Sistema Único de Saúde (SUS) encontra-se desordenado, sem condições de atender toda a população, surge a necessidade de instalações de hospitais particulares. Esses hospitais, por sua vez, cobram preços altíssimos pelos serviços, sem considerar que uma boa parte da população não tem condições de arcar com tais despesas.
O dia 2 de julho, então, além de homenagear os prestadores de saúde, serve também para incentivar a população a reafirmar a seus políticos a necessidade de implantar políticas públicas para uma melhora na qualidade dos serviços públicos de saúde.
Como está determinado pela constituição do nosso país que a saúde é direito de todos e dever do Estado, há instalações de hospitais públicos, que oferecem serviços médicos gratuitos e obrigatórios.
Muitas vezes os hospitais se diferenciam entre si. Enquanto algumas unidades prestam serviços especializados, como pediatria, cardiologia, neurologia, maternidade, ortopedia, dentre outros, outras outras unidades prestam serviços de pronto-socorro para acidentados ou pessoas que estejam em crise, passando muito mal.
Como o Sistema Único de Saúde (SUS) encontra-se desordenado, sem condições de atender toda a população, surge a necessidade de instalações de hospitais particulares. Esses hospitais, por sua vez, cobram preços altíssimos pelos serviços, sem considerar que uma boa parte da população não tem condições de arcar com tais despesas.
O dia 2 de julho, então, além de homenagear os prestadores de saúde, serve também para incentivar a população a reafirmar a seus políticos a necessidade de implantar políticas públicas para uma melhora na qualidade dos serviços públicos de saúde.
ANS estuda suspender negócios de 40 operadoras de planos de saúde
RIO DE JANEIRO - A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) avalia a possível suspensão da comercialização de produtos de 40 operadoras de planos de saúde, que infringiram a Resolução Normativa nº 259. A norma, em vigor desde dezembro de 2011, determina prazos máximos de atendimento para consultas, exames e cirurgias.
Segundo informações publicadas nesta terça-feira pela ANS, no período entre março e julho foram apuradas 4.682 reclamações por beneficiários de planos de saúde referentes ao não cumprimento dos prazos máximos estabelecidos.
Das 1.016 operadoras médico-hospitalares existentes, 162 receberam pelo menos uma queixa. Entre as 370 operadoras odontológicas existentes, duas receberam queixas.
As operadoras de planos de saúde que não cumprem os prazos definidos pela ANS estão sujeitas a multas de R$ 80.000,00 ou de R$ 100.000,00, para situações de urgência e emergência.
Já em casos de descumprimentos constantes, podem sofrer medidas administrativas, tais como a suspensão da comercialização de parte ou da totalidade dos seus produtos e a decretação do regime especial de direção técnica, inclusive com a possibilidade de afastamento dos dirigentes da empresa.
- O consumidor deve ter acesso a tudo o que contratou com a sua operadora de planos de saúde. Aquelas que não cumprirem este normativo poderão ter a venda de planos suspensas - afirmou o diretor-presidente da ANS, Mauricio Ceschin.
Após tentar agendar o atendimento com os profissionais ou estabelecimentos de saúde credenciados pelo plano e não conseguir dentro do prazo máximo previsto, o beneficiário deve entrar em contato com a operadora do plano para obter uma alternativa para o atendimento solicitado.
Se a operadora não oferecer solução para o caso, o beneficiário deverá, tendo em mãos o número do protocolo, fazer a denúncia à ANS.
Fonte: Por O Globo | Agência O Globo – ter, 3 de jul de 2012 12:58 BRT
sábado, 26 de maio de 2012
TUSS - Terminologia Unificada em Saúde Suplementar
No mercado de planos privados de assistência à saúde sempre coexistiram múltiplas terminologias (tabelas) para codificação e descrição de procedimentos e eventos em saúde. Durante o processo de implementação do Padrão para Troca de Informação em Saúde Suplementar (TISS) tornou-se evidente a necessidade de adoção de uma terminologia clínica comum a todo o setor de saúde suplementar. A TUSS (Terminologia Unificada em Saúde Suplementar) é, portanto, o resultado da elaboração colaborativa da ANS com os membros do Comitê de Padronização das Informações em Saúde Suplementar (COPISS) e tem como finalidade principal ser o padrão terminológico na saúde suplementar
Fonte: http://www.ans.gov.br/
Fonte: http://www.ans.gov.br/
Padrão para Troca de Informação de Saúde Suplementar – TISS
ausência de normas e a complexidade envolvida na troca de informações entre operadoras de planos privados de assistência à saúde e prestadores de serviços de saúde, assim como o investimento pouco expressivo em Tecnologia da Informação (TI) estimularam a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) a elaborar o Padrão TISS (Troca de Informação em Saúde Suplementar). Esse padrão foi desenvolvido com base em normas nacionais e internacionais, e visa melhori a qualidade do atendimento, racionalizar custos e otimizar recursos existentes. O Padrão TISS tem como premissa a interoperabilidade com os sistemas de informação em saúde preconizados pelo Ministério da Saúde. O Padrão TISS foi estabelecido, em 2007, como um padrão obrigatório para Troca de Informações na Saúde Suplementar – referente à troca de informações administrativas e de atenção à saúde, entre operadoras de planos privados de assistência à saúde, prestadores de serviços de saúde, beneficiários de planos de saúde e a ANS. Ficaram dispensadas da adoção do Padrão TISS as operadoras de planos privados de assistência à saúde classificadas como administradoras de benefícios.
O padrão de conteúdo e estrutura estabelece as informações administrativas e de atenção à saúde a serem trocadas entre operadoras de planos privados de assistência à saúde, prestadores de serviços de saúde e beneficiários de planos de saúde.
2) Representação de Conceitos em Saúde
O padrão de representação de conceitos em saúde estabelece o conjunto de terminologias, códigos e descrições utilizados no padrão de conteúdo e estrutura.
3) Segurança e Privacidade
O padrão de segurança e privacidade estabelece os requisitos mínimos para proteções administrativas, técnicas e físicas necessárias à garantia da confidencialidade das informações.
4) Comunicação
O padrão de comunicação estabelece os métodos de comunicação entre os sistemas de informação, bem como das transações eletrônicas.
Fonte: http://www.ans.gov.br
O padrão TISS está organizado em quatro componentes:
1) Conteúdo e estruturaO padrão de conteúdo e estrutura estabelece as informações administrativas e de atenção à saúde a serem trocadas entre operadoras de planos privados de assistência à saúde, prestadores de serviços de saúde e beneficiários de planos de saúde.
2) Representação de Conceitos em Saúde
O padrão de representação de conceitos em saúde estabelece o conjunto de terminologias, códigos e descrições utilizados no padrão de conteúdo e estrutura.
3) Segurança e Privacidade
O padrão de segurança e privacidade estabelece os requisitos mínimos para proteções administrativas, técnicas e físicas necessárias à garantia da confidencialidade das informações.
4) Comunicação
O padrão de comunicação estabelece os métodos de comunicação entre os sistemas de informação, bem como das transações eletrônicas.
Fonte: http://www.ans.gov.br
O QUE É FATURAMENTO?
Faturamento é a cobrança do serviço prestado, através de documento devidamente reconhecido, preenchido e assinado pelo comprador (usuário do serviço) e o vendedor (prestador do serviço). A rigor, em sentido literal, faturamento é a atividade de emitir faturas. A fatura é um termo que vem do latim e indica o documento, ou instrumento do contrato de compra e venda. O faturamento se inicia na recepção (atendimento ao usuário) e termina no convênio (operadora de plano de saúde), com o pagamento correto das contas enviadas.
O serviço de Faturamento Médico-Hospitalar tem a missão de processar as contas médica e hospitalares dos pacientes atendidos nos diversos serviços do Consultório, Clínica ou Hospital de forma a garantir o correspondente afluxo de recursos.
OBJETIVOS DO FATURAMENTO MÉDICO-HOSPITALAR
Fonte:http://www.artigonal.com
O serviço de Faturamento Médico-Hospitalar tem a missão de processar as contas médica e hospitalares dos pacientes atendidos nos diversos serviços do Consultório, Clínica ou Hospital de forma a garantir o correspondente afluxo de recursos.
OBJETIVOS DO FATURAMENTO MÉDICO-HOSPITALAR
- Manter um sistema de controle que proporcione informações que permitam obter os dados necessários ao processamento dos relatórios de faturamento;
- Emitir as faturas de cobrança dos serviços prestados (guias às operadoras);
- Emitir relatórios de controle das faturas (guias) emitidas / pendentes;
- Analisar os relatórios de faturas (guias) recebidas;
- Verificar as ocorrências de glosas e identificar as causas;
- Providenciar as correções das glosas e localizar documentos comprobatórios;
- Preparar os recursos de glosas às operadoras para reversão e pagamento das mesmas;
- Manter atualizados e organizados, pelo período de no mínimo cinco anos, os comprovantes dos serviços prestados, para atender às auditorias.
Fonte:http://www.artigonal.com
sábado, 10 de março de 2012
Financiamento e Gestão são desafios para saúde afirma presidente do Ipea
| Sex, 09 de Março de 2012 19:07 |
“A melhora da qualidade da saúde brasileira passa pelo financiamento e pela gestão desses recursos”, é a opinião do presidente do Instituto de Pesquisa Econômica e Aplicada (Ipea) , Márcio Pochmann. Os desafios da saúde no Brasil - considerando asmodificações econômicas, demográficas e elaborais - foram os focos da apresentação feita por ele durante o I Encontro Nacional dos Conselhos de Medicina doano de 2012 (ENCM-2012) – evento que terminou nesta sexta-feira (9), em Brasília. Pochmann falou sobre relação entre saúde e economia. “Os investimentos de saúde tem repercussão grande em termos de elevação da renda das famílias e redução da desigualdade da renda do país”, disse. Segundo ele, para existir um país menos desigual é necessário que as regiões mais pobres estejam melhor assistidas. Ao fazer um diagnóstico da saúde brasileira, o presidente do Ipea criticou o financiamento do setor. “Comparados a outros países, ofinanciamento na saúde brasileira está muito aquém”, enfatizou. Entre 2007 a 2009, a participação das atividades de saúde no valor adicionado da economia foi, em média, de 6,1%. |
Fonte: http://portal.cfm.org.br/
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