Faturamento Médico e Odontológico

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A Antares atua no mercado com o compromisso de oferecer soluções eficientes em faturamento e gestão de contas médicas para profissionais e instituições de saúde. Nossa missão é otimizar os processos de cobrança junto aos convênios, garantindo agilidade, segurança e precisão em todas as etapas, desde o recebimento das guias até o faturamento final. Com experiência e conhecimento no setor da saúde, trabalhamos para maximizar os resultados financeiros dos nossos clientes, contribuindo para uma gestão mais eficiente e uma saúde financeira sólida. Contamos com uma equipe especializada, dedicada a oferecer um atendimento de excelência e soluções que agregam valor ao seu negócio. Prestamos serviços de faturamento, com sólidos conhecimentos no setor de saúde, desde o recebimento de guias médicas até o faturamento aos convênios. Nosso foco é gerar os melhores resultados para o seu negócio.Proporcionando uma vida financeira saudável da sua empresa. Para isso, contamos com a expertise da nossa equipe.

quarta-feira, 28 de outubro de 2026

O Problema Que Todo Profissional da Saúde Enfrenta 🚀 🚀 🚀 🚀🚀 A Solução Que Você Não Sabia Que Existia

Antes de abordar a solução, vamos ser francos sobre o cotidiano que você enfrenta todos os dias:

Se você é médico: Encerra um procedimento às 22h depois de um plantão exaustivo. E ainda precisa preencher guias, achar os códigos CBHPM exatos, apurar honorários com adicionais de tempo, período noturno e classificação ASA do paciente. É uma rotina de planilhas, arquivos PDF desatualizados e contas manuais que abrem margem para falhas.

Se você trabalha com faturamento médico: Recebe pilhas de guias para despachar, precisa checar cada código, conferir se os portes estão certos e se os acréscimos foram aplicados como deveriam. Um único código equivocado gera glosa, retrabalho e atrito no relacionamento com o corpo clínico.

Se você é auditor médico ou atua em operadora de saúde: Precisa examinar centenas de procedimentos diariamente, checar se os códigos batem com os atos descritos, se constam no Rol da ANS e se há DUT aplicável. Consultar várias fontes para cada validação drena um tempo precioso.

Se você é gestor de clínica ou hospital: Lida com glosas que prejudicam o fluxo de caixa, equipes que cometem erros de codificação por falta de suporte adequado e a exigência constante de capacitar novos profissionais em codificação CBHPM.

Se você atende em consultório particular: No intervalo entre um paciente e outro, precisa passar orçamentos ágeis. Procura códigos em tabelas de papel (frequentemente de versões antigas), faz cálculos de cabeça e ainda tem de justificar ao paciente a origem daquele valor.

E quando chega o repasse ou a auditoria? Surpresa: glosa. O código foi considerado “incorreto”. Ou você simplesmente deixou de faturar um adicional legítimo. Mais uma vez.


A Solução Que Você Não Sabia Que Existia

É um cenário dolorosamente familiar. Para quem vive o dia a dia da saúde suplementar, essa rotina de cruzamento de tabelas, conferência de portes, risco constante de glosas e exaustão administrativa é o retrato exato de onde o tempo e a margem de lucro de médicos, clínicas e hospitais se perdem.

Enquanto a energia dos profissionais deveria estar totalmente voltada para o cuidado com o paciente ou para a gestão estratégica do negócio, ela acaba drenada pela burocracia interminável das regras de faturamento e negociação com operadoras.

É exatamente para transformar essa realidade que a Antares Faturamento atua desde 1993.

Como a Antares Transforma a Sua Rotina e Protege o Seu Caixa

Terceirizar o faturamento médico e odontológico com a Antares significa tirar o peso operacional dos seus ombros e colocar especialistas no comando de todo o ciclo de receita (Revenue Cycle Management). Veja como mudamos esse cenário na prática:

  • Fim das Glosas por Erro de Codificação: Nossa equipe domina a aplicação rigorosa de terminologias e tabelas (como TISS, TUSS e CBHPM), além de calcular com precisão acréscimos por porte, via de acesso, horário noturno e classificação ASA, garantindo que tudo o que é executado seja cobrado e pago corretamente.
  • Recuperação e Gestão de Glosas: Analisamos cada recusa de operadora, identificamos a causa raiz, realizamos os recursos dentro dos prazos e implementamos melhorias para evitar que o mesmo erro se repita.
  • Agilidade em Orçamentos e Credenciamento: Fornecemos suporte rápido para consultas de códigos e orçamentos em consultórios, além de conduzir com eficiência o credenciamento de profissionais junto às operadoras e as negociações anuais de reajuste contratual.
  • Previsibilidade Financeira: Com processos estruturados, validação rigorosa e prazos cumpridos, o seu fluxo de caixa deixa de sofrer com surpresas desagradáveis e atrasos de repasse.

Deixe que a Antares cuide de toda a complexidade burocrática, das guias e da auditoria das operadoras. Assim, você recupera seu tempo, elimina o estresse do pós-plantão e garante que o seu trabalho seja devidamente remunerado.

Vamos conversar sobre como estruturar essa virada de chave no faturamento da sua clínica, consultório ou hospital?

 

 

Como Calcular um Procedimento na CBHPM de Forma Simples e Prática

 


A CBHPM (Classificação Brasileira Hierarquizada de Procedimentos Médicos) é a tabela usada para organizar e padronizar os procedimentos médicos no Brasil. Além disso, ela serve como referência oficial para o cálculo de honorários médicos em todo o país

Entendendo o código e o porte do procedimento

Primeiramente, é importante saber que cada procedimento na CBHPM possui um código e um porte. O porte é representado por um número seguido de uma letra (por exemplo: 2B, 3A, 3C). Ou seja, ele indica a complexidade do procedimento, mas para finalidade de cálculo você só precisa saber que este dado existe.

Na imagem abaixo, extraída da tabela CBHPM 2020 (página 26), podemos observar os códigos na primeira coluna e os portes correspondentes na coluna “Porte”:

imagem extraída da tabela CBHPM 2020, página 26

Para exemplificar, vamos utilizar o código 1.01.01.01-2, que corresponde à Consulta em Consultório, cujo porte é 2B.

Vale destacar que as tabelas CBHPM geralmente são disponibilizadas em PDF com os códigos separados por pontos (1.01.01.01-2). No entanto, no dia a dia é comum encontrarmos o código sem os pontos (10101012). Isso ocorre porque sistemas antigos não conseguiam ler os pontos na numeração, e por essa razão acabou-se adotando a numeração sem pontos.

Como calcular o honorário médico na CBHPM

Agora que você já entende o código e o porte, vamos ao cálculo do honorário médico. Antes de tudo, é importante verificar se o procedimento possui ou não Custo Operacional (UCO), pois isso influencia diretamente no cálculo.

tabela fictícia para entendermos os cálculos

Situação 1 – Procedimento SEM custo operacional

Esta é a situação mais comum em consultas e cirurgias. Nesse caso, o valor do honorário é simplesmente o valor do porte.

Fórmula:

Honorário = Valor do Porte

Exemplo prático:

  • Procedimento: Consulta em Consultório
  • Código: 1.01.01.01-2
  • Porte: 2B
  • Valor do Porte 2B: R$ 122,98
  • Portanto, o Honorário é: R$ 122,98

Situação 2 – Procedimento COM custo operacional

Por outro lado, quando o procedimento possui custo operacional, o cálculo é diferente. Essa situação é comum em exames diagnósticos e alguns procedimentos específicos. Sendo assim, somamos o valor do porte com o custo operacional.

Fórmula:

Honorário = Valor do Porte + (UCO × Valor da UCO)

Exemplo prático (fictício):

  • Porte: 2B = R$ 122,98
  • Custo Operacional do procedimento: 5,28 UCO
  • Valor atual da UCO: R$ 28,35 (este valor geralmente é fixo)
  • Dessa forma, o cálculo fica: R$ 122,98 + (5,28 × R$ 28,35) = R$ 122,98 + R$ 149,69
  • Resultado: Honorário Total: R$ 272,67

Como saber se o procedimento tem custo operacional?

A resposta é simples: basta verificar na tabela CBHPM. Se a coluna “Custo Oper.” tiver um número, então você deve incluí-lo no cálculo. Caso contrário, se estiver vazia ou com “–”, o honorário é apenas o valor do porte.

Onde encontrar os valores atualizados?

Os valores dos portes e da UCO são atualizados anualmente pela AMB. Portanto, é importante sempre consultar os valores oficiais no site da Associação Médica Brasileira.

Conclusão

Em resumo, calcular honorários médicos na CBHPM é simples quando você entende a lógica:

  1. Primeiramente, identifique o código e o porte do procedimento na tabela
  2. Em seguida, verifique se há custo operacional na coluna correspondente
  3. Por fim, aplique a fórmula correta: só o porte, ou porte + UCO

Dessa forma, você consegue calcular qualquer procedimento da tabela CBHPM de forma rápida e precisa. Caso queira não ter o imenso trabalho de ficar procurando inúmeras planilhas para encontrar os valores, indico utilizar aplicativos como Rol ANS por exemplo, que te entrega o calculo em segundos

Fonte:https://www.ansmedicos.org/

Estrutura da Tabela CBHPM: Como Ela É Organizada

Compreender a organização da CBHPM é o primeiro passo para utilizá-la de forma eficaz. Dessa maneira, conhecer sua estrutura lógica e hierarquizada facilita significativamente a localização de procedimentos específicos.

Divisão Por Especialidades Médicas

A tabela está dividida em capítulos que correspondem às principais especialidades médicas. A seguir, veja como cada capítulo é estruturado:

  • Clínica Médica (Capítulo 1): consultas, visitas hospitalares e procedimentos clínicos gerais.
  • Cirurgia (Capítulo 2): procedimentos cirúrgicos organizados por sistemas e regiões anatômicas.
  • Anestesiologia (Capítulo 3): todos os tipos de anestesia e sedação.
  • Patologia Clínica e Anatomia Patológica (Capítulo 4): exames laboratoriais e análises anatomopatológicas.
  • Radiologia e Diagnóstico por Imagem (Capítulo 5): exames de imagem como raio-X, tomografia e ressonância.
  • Medicina Nuclear (Capítulo 6): procedimentos diagnósticos e terapêuticos com radioisótopos.
  • Radioterapia (Capítulo 7): tratamentos radioterápicos.
  • Métodos Diagnósticos em Cardiologia (Capítulo 8): exames cardiológicos como ECG, eco e teste ergométrico.
  • Terapias Especializadas (Capítulo 9): fisioterapia, fonoaudiologia, terapia ocupacional e psicologia.

Estrutura dos Códigos CBHPM

Cada procedimento possui um código de 8 dígitos organizado de forma hierárquica.
Primeiramente, os dois primeiros dígitos indicam a especialidade.
Em seguida, os demais especificam o tipo de procedimento.
Dessa forma, fica mais fácil localizar itens semelhantes ou relacionados.

Componentes de Cada Entrada na Tabela

Cada procedimento contém:

  • Código numérico
  • Nome técnico
  • Porte
  • Valor em UCO
  • Filme (quando aplicável)
  • Observações relevantes

Edições da CBHPM: Entendendo as Diferenças

A CBHPM passou por várias revisões desde sua criação. Por isso, entender as diferenças entre as edições é crucial para evitar erros e glosas.

CBHPM 3ª Edição

A 3ª edição, lançada em 2007, foi amplamente utilizada, mas se encontra desatualizada.
Como consequência, não contempla procedimentos modernos, como cirurgias minimamente invasivas e técnicas robóticas.

CBHPM 4ª Edição

Publicada em 2010, trouxe novos procedimentos e ajustes de portes.
Assim, representou um avanço em relação à versão anterior.

CBHPM 5ª Edição

Lançada em 2012, consolidou mudanças importantes e incorporou procedimentos amplamente utilizados na prática médica atual.
Por isso, muitos convênios ainda utilizam essa edição.

CBHPM 6ª Edição (Atual)

A edição mais recente reflete práticas contemporâneas, incluindo novas técnicas cirúrgicas e diagnósticas.
Além disso, trouxe atualizações de valores para melhor equilíbrio entre complexidade e remuneração.

Por Que a Edição Importa?

A edição influencia diretamente:

  • códigos
  • portes
  • valores em UCO
  • descrições
  • regras de aplicação

Portanto, sempre confirme qual edição cada convênio utiliza.

Fonte:https://www.ansmedicos.org/